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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Zona de Conforto


Eu nunca seria capaz de seguir carreira como fotógrafo porque sou muito acomodado. E fotografia é o tipo de coisa que te exige sair da zona de conforto, viajar, ir pra rua, montar tripé, se jogar no chão... Habilidades que eu nunca desenvolvi. Acabo sofrendo com a falta de assunto. Acho que já fotografei todos os centímetros da minha casa, não dá pra ser mais repetitivo. E se existe qualquer cena minimamente interessante lá fora, minha preguiça não permite que eu vá atrás.

Selecionei algumas das fotos que tirei (provavelmente sentado numa cadeira) entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Elas foram feitas ou com a belíssima Sony DSC-HX1 ou com a Canon A480 (a compacta que eu carrego pra todo lugar). Se você não conseguiu identificar qual câmera fez qual foto, significa que estou indo bem.







PS: Todas essas fotos (e mais um monte) estão na minha galeria do Flickr.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Febre Vintage



Desde que a câmera digital se popularizou, assistimos ao crescimento assombroso do número de aspirantes a fotógrafos. O custo da fotografia diminuiu razoavelmente e hoje um simples celular com câmera pode dar resultados dignos. Mas num mundo dominado por Cyber-shots a graça é ter uma Polaroid, daquelas que a gente precisa balançar pra imagem aparecer no filme.

Foi pensando nisso que dois caras muito espertos (fiquei com preguiça de pesquisar o nome deles no Google) criaram o Hipstamatic e o Instagram, aplicativos pra iPhone ou iPod Touch que transformam suas fotos de celular em charmosos retratos antigos.


O Hipstamatic oferece diferentes tipos de lentes, flashes e filmes que se combinam na hora de captar a imagem (veja o vídeo). O resultado é bem fiel às antigas analógicas. O Flickr tem um grupo formado só por usuários desse aplicativo; dá pra ter uma ideia geral de como as fotos podem ser interessantes.


Já o Instagram vem com filtros mais simples, mas tem a vantagem de ser uma rede social (altamente viciante). A ideia é reproduzir a sensação de usar uma Polaroid. Você tira a foto, aplica o filtro da sua preferência e divulga pros seus seguidores, que podem curtir ou comentar. O bacana é fugir do óbvio e usar a criatividade pra resgatar as emoções que nossas frias digitais já não podem transmitir.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vergonha em Pixels

Adoro fotografia, mas morro de vergonha de tirar foto em locais públicos. Se eu ainda tivesse uma máquina profissional (tipo a da moça da foto abaixo), talvez teria coragem de parar no meio do povão, em posições constrangedoras, e levar horas pra captar uma única imagem. Mas a minha máquina é econômica, cabe na palma da mão, então nem rola de bancar o entendido no assunto.

Na realidade, eu sou de uma filosofia meio Gusteau's de que qualquer um pode fotografar. Seja com uma Canon T2i ou com a câmera do seu celular vagabundo de dois chips. Só falta a coragem de militar pela causa.





Essas fotos foram tiradas por mim, enquanto minha prima celebrava sua primeira comunhão no Santuário Dom Bosco. Se quiser ver mais, tem minha galeria no Flickr.