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segunda-feira, 20 de abril de 2015
domingo, 8 de março de 2015
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Templo de Campinas
Estou de férias na casa dos meus pais, em Campinas, e hoje tinha planejado colocar meu Flickr em dia. Até recusei um passeio a uma cidade histórica aqui perto (o que deixou minha mãe ofendidíssima) só pra ter mais tempo livre. E mesmo assim não rolou (disciplina, cadê?).
Tenho fotografado bem menos, mas nem é falta de vontade. É falta de assunto. Olho pros lugares que frequento e parece tudo tão igual. As pessoas fotografáveis que convivem comigo já o fizeram de todos os ângulos possíveis. Não tem mais o que mostrar. Então quando saio de Brasília fico parecendo um louco com as novas possibilidades.
Ontem fomos passar o dia no templo mórmon de Campinas (pra quem não sabe, eu e minha família somos mórmons e a nossa religião, além das igrejas, tem esses edifícios maiores e bonitos espalhados pelo mundo, onde são feitas ordenanças sagradas e secretas). E é uma delícia sair depois de algumas horas lá dentro e encontrar esse jardim todo cheio de flores diferentes. Ok, foto de flor é brega, mas quem nunca?
O dia estava nublado e a arquitetura do templo faz ele parecer sempre torto (impossível enquadrar), então peço a compreensão de todos.
Se quiser saber mais alguma coisa sobre os templos mórmons, tem tudo explicadinho aqui.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Forjando Analógicas
O Hipstamatic conta com várias lentes, filmes e flashes que reproduzem os efeitos das antigas toy cameras: câmeras baratas, feitas em sua maioria de plástico e com contraste e saturação acima da média. Segundo a Wikipédia, "muitos fotógrafos profissionais já usaram as toy cameras e seus estranhos efeitos óticos para tirarem fotografias vencedoras de prêmios". E os criadores são tão safados espertos, que criaram uma loja dentro do aplicativo, pra quem quiser adquirir novas lentes e acessórios. É claro que a gente não resiste e acaba com uma pequena falência a cada mês.
Ontem passei a tarde no zoológico e aproveitei pra experimentar todas as combinações de lentes possíveis, embora tenha usado muito a Helga Vinking, que tinha acabado de comprar. O mais legal é que a sua visualização prévia da foto (o que agora conhecemos como visor LCD) é de péssima qualidade e muitas vezes o resultado sai completamente diferente da sua intenção (o que, na verdade, é a graça de quase todas as analógicas). Tudo bem que, a cada três fotos, duas ficavam péssimas, mas algumas saíram tão interessantes que eu quase esqueci que estava lidando com um iPod Touch e comecei a procurar preço de revelação em laboratório.domingo, 13 de fevereiro de 2011
Zona de Conforto
Selecionei algumas das fotos que tirei (provavelmente sentado numa cadeira) entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Elas foram feitas ou com a belíssima Sony DSC-HX1 ou com a Canon A480 (a compacta que eu carrego pra todo lugar). Se você não conseguiu identificar qual câmera fez qual foto, significa que estou indo bem.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Febre Vintage
Desde que a câmera digital se popularizou, assistimos ao crescimento assombroso do número de aspirantes a fotógrafos. O custo da fotografia diminuiu razoavelmente e hoje um simples celular com câmera pode dar resultados dignos. Mas num mundo dominado por Cyber-shots a graça é ter uma Polaroid, daquelas que a gente precisa balançar pra imagem aparecer no filme.
Foi pensando nisso que dois caras muito espertos (fiquei com preguiça de pesquisar o nome deles no Google) criaram o Hipstamatic e o Instagram, aplicativos pra iPhone ou iPod Touch que transformam suas fotos de celular em charmosos retratos antigos.
O Hipstamatic oferece diferentes tipos de lentes, flashes e filmes que se combinam na hora de captar a imagem (veja o vídeo). O resultado é bem fiel às antigas analógicas. O Flickr tem um grupo formado só por usuários desse aplicativo; dá pra ter uma ideia geral de como as fotos podem ser interessantes.
Já o Instagram vem com filtros mais simples, mas tem a vantagem de ser uma rede social (altamente viciante). A ideia é reproduzir a sensação de usar uma Polaroid. Você tira a foto, aplica o filtro da sua preferência e divulga pros seus seguidores, que podem curtir ou comentar. O bacana é fugir do óbvio e usar a criatividade pra resgatar as emoções que nossas frias digitais já não podem transmitir.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Vergonha em Pixels
Adoro fotografia, mas morro de vergonha de tirar foto em locais públicos. Se eu ainda tivesse uma máquina profissional (tipo a da moça da foto abaixo), talvez teria coragem de parar no meio do povão, em posições constrangedoras, e levar horas pra captar uma única imagem. Mas a minha máquina é econômica, cabe na palma da mão, então nem rola de bancar o entendido no assunto.
Na realidade, eu sou de uma filosofia meio Gusteau's de que qualquer um pode fotografar. Seja com uma Canon T2i ou com a câmera do seu celular vagabundo de dois chips. Só falta a coragem de militar pela causa.
Essas fotos foram tiradas por mim, enquanto minha prima celebrava sua primeira comunhão no Santuário Dom Bosco. Se quiser ver mais, tem minha galeria no Flickr.
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