sábado, 12 de maio de 2012

Mixtape - Tarantino's Jukebox

Essa mixtape começa com o maravilhoso diálogo de Pulp Fiction em que um casal apaixonado decide, de última hora, assaltar uma cafeteria. E a partir daí, fica impossível não se entregar à nostalgia, embriaguez e sensualidade que as músicas dos filmes de Quentin Tarantino provocam. Diretor famoso por sua violência, apelo à cultura pop e fascínio por pés, Taranta é especialmente habilidoso na escolha das canções que irão preencher os silêncios de seus filmes. Mais cedo ou mais tarde eu teria que selecionar as melhores para escutar em loop infinito quando batesse aquela vontade de matar alguém.

Aqui você vai poder ouvir a música que embalou a lap dance de Butterfly em À Prova de Morte (faixa 2), o assovio clássico de Elle Driver em Kill Bill (faixa 8), o twist que John Travolta e Uma Thruman dançaram em Pulp Fiction (faixa 10) e a canção que serviu de plano de fundo para uma orelha ser cortada com navalha em Cães de Aluguel (faixa 9), além de outras preciosidades dos anos 70 e 80. Também vale parar um pouco para ouvir Nancy Sinatra cantando Bang Bang (música que abriu de forma dramática o episódio I de Kill Bill) e se deixar levar pela marcha dos Bastardos Ingórios, que encerra a seleção.




Outras Mixtapes:

Músicas de natal: Por um Natal Sem Uva-Passa
Vozes sexys femininas: So Wet, So Tight
Músicas depressivas: Hoje Vou Te Fazer Chorar

5 comentários:

Guilherme disse...

Podia aproveitar o gancho e fazer um post com as musicas maravilhosas dos poucos mas nao menos maravilhosos filmes da ex do Tarantino, a Coppola. Ia ser demais!

Isa disse...

destruiu!
obrigada por isso ;)

Victor disse...

Muito legal. Devia ter colocado uma faixa bônus: Like a Virgin. Por Cães de Aluguel.

E como disse o outro ali, seria legal seguir a linha e fazer um da Sofia Coppola. Abraço!

L. Nabokov disse...

Eu sei que foge um pouco do tema mas eu vi a playlist e lembrei de uma versão de Bang Bang em italiano cantada pela Dalida que pra mim é tipo uma marca registrada de "Amores Imaginários", do Xavier Dolan. Se você ainda não viu, eu recomendo.
Bjo :)

Gabriel Leite disse...

L. Nabokov:
Adorei "Amores Imaginários" justamente por causa dessas cenas em câmera lenta com a fotografia de uma cor só e Bang Bang na trilha sonora sendo repetida incansavelmente.

Gulherme e Victor:
Vou providenciar alguma coisa da Coppolinha. :)